Raspa-saias
Helminthotheca echioides
Família · Asteraceae · Inofensiva


A composta amarela de folhas cobertas de borbulhas brancas com um espinho no meio de cada uma, ásperas como lixa. Está em todas as bermas do sul da Europa e é impossível confundir depois de lhe tocar uma vez.
Bermas e baldios · Campos e pastagens · Cidade e estrada · Ribeiros e valas
Também conhecida porlíngua-de-vaca-áspera, erva-raspadeira, picris
Como se distingue
Folhas verde-escuras com pústulas brancas salientes, cada uma com um espinho curvo, o que a torna áspera nos dois sentidos. Capítulos amarelo-vivos rodeados por três a cinco brácteas exteriores largas em forma de coração, muito maiores que as outras. Látex branco no corte.
Com o que se confunde
Leituga-áspera
Picris hieracioides
As duas são ásperas e amarelas. A raspa-saias tem borbulhas brancas com espinho no meio e três brácteas exteriores largas em coração; a leituga-áspera tem pelos em gancho mas sem borbulha branca e brácteas todas estreitas.
Serralha
Sonchus oleraceus
Ambas dão látex branco e flor amarela. A serralha é lisa e macia ao toque, a raspa-saias raspa como lixa. É a diferença que se sente antes de se ver.
Para que serve
Foi comida tradicionalmente em Itália e no Levante espanhol, colhida muito nova antes de ficar áspera, sempre cozida. Depois de crescida não se come: as folhas raspam a garganta.
Usada tradicionalmente como alimento. Não é uma autorização para comer.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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