Salva-brava
Salvia lavandulifolia
Família · Lamiaceae · Inofensiva


A salva silvestre dos calcários do interior, de folha estreita e cinzenta como a da lavanda, e cheiro forte a salva com uma ponta de canfora. É a base da infusão de salva que se bebe em meia Espanha.
Matos · Serra · Muros e pedras
Também conhecida porsalva-de-espanha, salva-do-monte
Como se distingue
Folhas estreitas, cinzento-esbranquiçadas e muito enrugadas, com textura de lixa fina. Flores azul-violáceas em verticilos ao longo de uma haste curta. Cheiro a salva inconfundível ao esfregar. Distribuição: é planta sobretudo de Espanha e está praticamente ausente de Portugal.
Com o que se confunde
Alecrim
Salvia rosmarinus
São do mesmo género desde que o alecrim passou para Salvia. A folha do alecrim é em agulha, rija e lisa; a da salva-brava é larga, enrugada e felpuda. E o cheiro é claramente diferente.
Para que serve
Infusão tradicional e tempero, e óleo essencial de uso em perfumaria. Nota que fica na ficha: como todas as salvas ricas em tujona, não é planta para consumo continuado nem em gravidez.
Usada tradicionalmente como alimento. Não é uma autorização para comer.
Com usos tradicionais documentados. Não é indicação terapêutica nem dose.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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