Espargo
Asparagus officinalis
Família · Asparagaceae · Incomoda


O espargo da horta, que escapa das culturas e se encontra em bermas, valas e areais, com os rebentos grossos na primavera e a folhagem fina como uma pluma no verão. Os rebentos comem-se; as bagas vermelhas do outono não se comem.
Campos e pastagens · Bermas e baldios · Ribeiros e valas · Duna e areal
Também conhecida porespargo-cultivado, aspargo, espargo-hortense
Como se distingue
Perene de meio metro a um metro e meio. Na primavera manda rebentos direitos e grossos, com escamas apertadas. Depois abre-se numa folhagem plumosa: o que parecem folhas são ramos finíssimos e moles em feixes, e não picam. As flores são pequenas, esverdeadas, penduradas, e no outono há bagas vermelhas em pés femininos. Distingue-se do espargo-bravo por não ter espinhos.
Com o que se confunde
Espargo-bravo
Asparagus acutifolius
O bravo tem ramos rijos e espinhosos que picam a mão, e rebentos finos e amargos; o cultivado é todo mole ao toque e tem rebentos grossos. Nos dois, as bagas não se comem.
Ver ficha →Para que serve
Os rebentos novos foram e são comidos cozidos, e é uma das colheitas de primavera mais antigas da Europa. As bagas vermelhas são tóxicas e causam vómitos: não se provam, e não se deixam ao alcance de crianças.
Usada tradicionalmente como alimento. Não é uma autorização para comer.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.