Silva
Rubus ulmifolius
Família · Rosaceae · Incomoda


A parede de espinhos que fecha metade dos atalhos deste país, e que em agosto se transforma na melhor coisa que há à beira do caminho. Amoras silvestres não se compram, colhem-se.
Bermas e baldios · Ribeiros e valas · Matos · Campos e pastagens
Também conhecida poramoreira-brava, silveira, sarça
Como se distingue
Caules arqueados com espinhos curvos, folhas divididas em cinco folíolos com o reverso esbranquiçado. Flor branca ou rosada em maio, fruto que passa de verde a vermelho e depois a preto brilhante.
Com o que se confunde
Roseira-brava
Rosa canina
Partilham a sebe e os espinhos. A roseira-brava dá um fruto vermelho alongado, a maçãzinha, e não uma amora preta feita de bagos. Ambos os frutos são aproveitáveis.
Para que serve
A amora madura come-se crua, em compota e em licor. As folhas serviram de infusão adstringente na medicina popular. Colhe-se acima da altura do joelho, longe de estradas com pó.
Usada tradicionalmente como alimento. Não é uma autorização para comer.
Com usos tradicionais documentados. Não é indicação terapêutica nem dose.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
Ainda não há contribuições aprovadas para esta ficha.
Nada aparece aqui sem ser lido por uma pessoa. As contribuições não substituem a ficha nem os avisos: enquanto um botânico não confirmar, vale o que está escrito acima.