Saboeira
Saponaria officinalis
Família · Caryophyllaceae · Intoxica
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Esta planta, ou uma que se parece com ela, é perigosa. Identificar não é autorizar: nenhuma app tem autoridade para te dizer que podes comer ou tocar numa planta.
Emergência

A planta de margem de rio com flores rosa-pálidas grandes e perfumadas ao anoitecer, cuja raiz e folhas fazem espuma verdadeira quando esfregadas em água.
Ribeiros e valas · Bermas e baldios · Cidade e estrada · Campos e pastagens
Também conhecida porerva-saboeira, saponária, erva-do-sabão
Como se distingue
Caule direito e sem ramos até um metro, com nós grossos. Folhas opostas, ovais e alongadas, com três nervuras principais bem marcadas a correr da base à ponta. Flores rosa-pálidas ou brancas de dois a três centímetros, com cinco pétalas muitas vezes dobradas para trás, agrupadas no topo. Perfume forte ao fim da tarde.
Com o que se confunde
Sem sósias perigosas conhecidas na Península Ibérica.
Para que serve
Foi o sabão de quem não tinha sabão: a raiz esfregada em água dá espuma por causa das saponinas, e ainda hoje se usa para limpar têxteis antigos em museus, porque é suave com a fibra. Não se come: as mesmas saponinas destroem glóbulos vermelhos e são tóxicas por via interna.
Com usos tradicionais documentados. Não é indicação terapêutica nem dose.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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