Leituga-junco
Chondrilla juncea
Família · Asteraceae · Inofensiva


A planta que parece um esqueleto: um emaranhado de hastes verdes rígidas e quase sem folhas, com florzinhas amarelas coladas aqui e ali. Em pleno agosto, é das poucas coisas verdes numa berma queimada de sol.
Bermas e baldios · Campos e pastagens · Duna e areal · Cidade e estrada
Também conhecida porcondrila, erva-junco-amarela, cardo-junco
Como se distingue
Hastes verdes, rígidas e muito ramificadas, com pelos ásperos virados para baixo na base. As folhas da roseta, recortadas como as do dente-de-leão, secam antes da floração e desaparecem. Capítulos amarelos pequenos, encostados às hastes. Látex branco.
Com o que se confunde
Junquinho-azul
Aphyllanthes monspeliensis
Ambas de hastes verdes quase sem folhas. O junquinho tem flores azuis de seis pétalas no topo de cada haste; a leituga-junco tem flores amarelas de composta ao longo das hastes, e látex branco.
Para que serve
As folhas da roseta comem-se em salada no inverno, em Espanha, com o nome de ajonjeras. O látex endurece e foi mascado como goma. É praga séria em cereais na Austrália e nos Estados Unidos, para onde foi levada.
Usada tradicionalmente como alimento. Não é uma autorização para comer.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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