Leituga-doce
Reichardia picroides
Família · Asteraceae · Inofensiva


A composta amarela de folhas azuladas e carnudas que é das poucas do grupo que sabe mesmo bem, sem o amargo das outras. É salada tradicional em toda a costa mediterrânica.
Bermas e baldios · Matos · Muros e pedras · Campos e pastagens
Também conhecida porleituga-branca, coleja, serralha-doce
Como se distingue
Folhas azul-esverdeadas, um pouco carnudas, lisas e sem pelos, muito variáveis, umas inteiras e outras recortadas. Capítulos amarelos com o centro muitas vezes mais escuro, ou avermelhado por baixo. As brácteas exteriores são largas, arredondadas e com margem branca e membranosa, o que é a marca. Látex branco.
Com o que se confunde
Leituga-de-espinhos
Urospermum picroides
A leituga-doce é lisa e azulada com brácteas de margem branca; a de espinhos é áspera e peluda, com as brácteas soldadas numa taça. Nenhuma é perigosa, mas só a doce sabe bem.
Para que serve
Colhida há séculos para salada em Espanha, Itália e Grécia, crua ou cozida, e é das ervas silvestres mais apreciadas do Mediterrâneo. Uso tradicional. Colhe-se longe de estradas e de campos tratados, como qualquer erva de salada.
Usada tradicionalmente como alimento. Não é uma autorização para comer.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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