Leituga-branca
Urospermum picroides
Família · Asteraceae · Inofensiva


A composta amarelo-pálida de searas e bermas do sul, áspera de pelos e amarga a sério. É das folhas silvestres mais colhidas em Andaluzia e no Alentejo, sempre cozidas e com a água mudada.
Campos e pastagens · Bermas e baldios · Cidade e estrada · Montado
Também conhecida porleituga-áspera, amargosa
Como se distingue
Capítulo amarelo-pálido, quase creme, rodeado de brácteas grandes soldadas na base formando uma taça, o que é o sinal do género. Folhas recortadas e ásperas, com pelos rijos. Látex branco no caule.
Com o que se confunde
Leituga
Crepis vesicaria
Ambas amarelas, amargas e comestíveis cozidas. Esta tem as brácteas soldadas numa taça à volta do capítulo, e é mais áspera e mais pálida; a outra tem brácteas soltas.
Para que serve
Folhas da roseta cozidas, muito amargas, em refogados e revueltos do sul. Colhem-se antes de a planta subir a flor. É comida de tempos difíceis que ficou como tradição.
Usada tradicionalmente como alimento. Não é uma autorização para comer.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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