Erva-coalheira
Galium verum
Família · Rubiaceae · Inofensiva


A nuvem de florinhas amarelas com cheiro a mel que enche prados e taludes em pleno verão. O nome não é poesia: as flores coalham mesmo o leite, e foram coalho de queijo em toda a Europa antes de haver coalho animal disponível.
Campos e pastagens · Serra · Bermas e baldios · Duna e areal
Também conhecida porcoalha-leite, gália-amarela, erva-de-nossa-senhora
Como se distingue
Folhas muito estreitas, como agulhas, em rodas de oito a doze à volta do caule, verde-escuras por cima. Milhares de flores amarelas minúsculas em panícula densa, com cheiro doce a mel que se sente de longe. Caule de quatro cantos.
Com o que se confunde
Gálio-luzente
Galium lucidum
A cor da flor resolve: amarela na erva-coalheira, branca no gálio-luzente. Ambos com folhas em roda e caule de quatro cantos.
Para que serve
Coalho vegetal para queijo, uso documentado em toda a Europa e ainda vivo em alguns queijos artesanais. A raiz dá corante vermelho e a planta seca perfuma armários, o que lhe deu o nome inglês de palha de cama.
Com usos tradicionais documentados. Não é indicação terapêutica nem dose.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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