Polipódio-macaronésico
Polypodium macaronesicum
Família · Polypodiaceae · Inofensiva


O feto que vive em cima das árvores: cresce agarrado a troncos e a ramos cobertos de musgo na laurissilva, e também em muros e fragas. Os soros são bolas laranja bem visíveis no reverso.
Carvalhal · Muros e pedras · Serra · Ribeiros e valas
Também conhecida porfentelho-das-ilhas, erva-doce-do-mato, polipódio-da-madeira
Como se distingue
Frondes de vinte a sessenta centímetros, divididas uma só vez em segmentos alongados e de margem quase lisa, presas a um rizoma rastejante e escamoso que corre à vista sobre a casca ou a pedra. No reverso, os soros são redondos, cor de laranja viva e sem cobertura nenhuma, alinhados em duas filas. Distribuição: Açores, Madeira e Canárias.
Com o que se confunde
Polipódio
Polypodium cambricum
São quase iguais e separam-se por onde estão: o comum é do continente, o macaronésico das ilhas. Nenhum é perigoso.
Para que serve
O rizoma do polipódio comum foi usado em xaropes para a tosse por ter sabor adocicado, e o macaronésico partilha a família. Uso tradicional, no passado. Vale mais como indicador: um tronco coberto de polipódio e musgo é um tronco de floresta com humidade constante.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
Ainda não há contribuições aprovadas para esta ficha.
Nada aparece aqui sem ser lido por uma pessoa. As contribuições não substituem a ficha nem os avisos: enquanto um botânico não confirmar, vale o que está escrito acima.