Erva-fígado
Hepatica nobilis
Família · Ranunculaceae · Intoxica
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Esta planta, ou uma que se parece com ela, é perigosa. Identificar não é autorizar: nenhuma app tem autoridade para te dizer que podes comer ou tocar numa planta.
Emergência

A flor azul-lilás que abre no chão de bosques calcários de montanha ainda em fevereiro, entre a folhada do ano anterior. Na Península é rara e limitada ao norte e nordeste, e encontrá-la é acontecimento.
Carvalhal · Serra
Também conhecida porhepática, trevo-do-fígado, anémona-do-fígado
Como se distingue
Folhas divididas em três lóbulos arredondados, coriáceas, muitas vezes com manchas roxas por baixo, e cuja forma lembrava um fígado a quem lhe deu o nome. Flores solitárias azul-lilás ou rosadas, com seis a dez tépalas, num pé peludo. Distribuição: é planta sobretudo de Espanha e está praticamente ausente de Portugal.
Com o que se confunde
Sem sósias perigosas conhecidas na Península Ibérica.
Para que serve
Nenhum
Foi usada em doenças do fígado por causa da forma da folha, num raciocínio que não tinha nada de médico. Como todas as ranunculáceas, contém protoanemonina e irrita pele e mucosas.
A lei diz
Espécie rara e protegida em parte da sua área na Península. Fotografa-se, não se colhe.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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