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Botão-de-ouro

Ranunculus repens

Família · Ranunculaceae · Intoxica

TóxicaIrritante

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Esta planta, ou uma que se parece com ela, é perigosa. Identificar não é autorizar: nenhuma app tem autoridade para te dizer que podes comer ou tocar numa planta.

Emergência
Botão-de-ouro (Ranunculus repens)Botão-de-ouro (Ranunculus repens)
Gzen92, CC BY-SA 4.0 · Jörg Hempel, CC BY-SA 2.0 de

A flor amarela brilhante que enche prados húmidos e relvados encharcados na primavera, e cujas pétalas parecem envernizadas. Toda a gente a conhece de vista, e quase ninguém sabe que a seiva fresca levanta bolhas.

Onde cresce

Campos e pastagens · Ribeiros e valas · Cidade e estrada · Serra

Também conhecida por

ranúnculo-rastejante, patinha-de-galinha, erva-belida

Em flor

Como se distingue

Flores amarelas de cinco pétalas com brilho de verniz, que é uma camada de células espelhadas debaixo do pigmento. Folhas divididas em três folíolos com pé próprio, o do meio mais comprido. Estolhos compridos que correm pelo chão e enraízam nos nós, o que a separa dos outros ranúnculos.

Com o que se confunde

Cinco-em-rama

Potentilla reptans

Confusão que intoxica

Crescem lado a lado no mesmo relvado húmido, ambas rastejam por estolhos e ambas têm flor amarela de cinco pétalas. Conta os folíolos: cinco na cinco-em-rama, três no botão-de-ouro. E só o botão-de-ouro tem o brilho de verniz na pétala e a seiva que queima.

Para que serve

Nenhum

Como todas as ranunculáceas, contém protoanemonina: a seiva fresca irrita a pele e as mucosas e chega a levantar bolhas, e ingerida causa inflamação grave da boca. O gado evita-a no prado, e é por isso que sobra nos pastos comidos.

Onde aparece

Península Ibérica
Açores
Madeira

Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.

Fontes

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