Áster-das-bermas
Symphyotrichum squamatum
Família · Asteraceae · Inofensiva


A planta alta e magra que enche valetas e juntas de passeio no outono, com dezenas de capítulos pequenos de raios lilás-pálidos quase invisíveis. Veio da América e é hoje ubíqua.
Cidade e estrada · Bermas e baldios · Ribeiros e valas · Campos e pastagens
Também conhecida pormargaridinha-das-valetas, áster-anual
Como se distingue
Caule direito e pouco ramificado até um metro e meio, com folhas estreitas e alternas. Capítulos estreitos e cilíndricos, com brácteas verdes dispostas em várias fileiras e uma coroa de raios lilás-claros muito curtos, mal salientes. Frutos com penacho branco de pelos.
Com o que se confunde
Avoadinha-peluda
Erigeron bonariensis
Crescem no mesmo sítio e parecem-se de longe. O áster tem raios lilases visíveis, mesmo que curtos; a avoadinha não tem raios nenhuns e os capítulos ficam fechados até rebentarem em penacho branco.
Para que serve
Sem uso
Tolera sal e água poluída melhor do que quase tudo, e é por isso que domina valetas de estrada e leitos de ribeira urbanos.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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