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Amendoeira

Prunus amygdalus

Família · Rosaceae · Intoxica

TóxicaComestível

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Esta planta, ou uma que se parece com ela, é perigosa. Identificar não é autorizar: nenhuma app tem autoridade para te dizer que podes comer ou tocar numa planta.

Emergência
Amendoeira (Prunus amygdalus)Amendoeira (Prunus amygdalus)
Ivar Leidus, CC BY-SA 4.0 · Roozitaa, CC BY-SA 3.0

A árvore que floresce em janeiro, quando não há mais nada em flor, e enche encostas inteiras do interior de branco e rosa. Muitas das que se encontram em pousio são bravas, e as amêndoas dessas são amargas e perigosas.

Onde cresce

Campos e pastagens · Matos · Bermas e baldios · Serra

Também conhecida por

amendoeira-doce, amendoeira-brava

Em flor
Com fruto

Como se distingue

Flores brancas ou rosa-pálidas de cinco pétalas, solitárias ou aos pares, sempre antes das folhas. Folhas estreitas, compridas e finamente dentadas, com duas glândulas no pé. O fruto é um drupa achatada coberta de veludo verde-acinzentado, que abre ao secar e liberta o caroço rugoso.

Com o que se confunde

Amendoeira-amarga

Prunus dulcis var. amara

Confusão que mata

Não se distinguem pela árvore, pela flor nem pelo fruto: são a mesma espécie. A única diferença está no sabor da semente, e provar é justamente o risco. Regra prática: amêndoa colhida numa árvore de que não se sabe a origem não se come, e uma só amêndoa que saiba amarga cospe-se de imediato e não se prova mais nenhuma daquela árvore.

Para que serve

A amêndoa doce come-se e é uma das grandes culturas da Península. A amarga não: contém amigdalina, que no estômago liberta cianeto, e vinte a trinta amêndoas amargas chegam para matar um adulto, muito menos uma criança. Uma árvore brava num pousio pode ser de qualquer dos tipos e não há maneira de saber sem provar, o que é exactamente o que não se deve fazer.

Usada tradicionalmente como alimento. Não é uma autorização para comer.

Onde aparece

Península Ibérica

Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.

Fontes

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