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Tojo-bético

Ulex baeticus

Família · Fabaceae · Incomoda

Irritante
Tojo-bético (Ulex baeticus)Tojo-bético (Ulex baeticus)
Pablo Pichaco Garcia, CC BY-SA 3.0 · Krzysztof Ziarnek, Kenraiz, CC BY-SA 4.0

O tojo do sudoeste peninsular, que floresce em pleno inverno e cobre matos do Algarve e da Andaluzia de amarelo quando mais nada floresce. Pica tanto como os outros.

Onde cresce

Matos · Serra · Duna e areal

Também conhecida por

tojo-andaluz, tojo-do-algarve

Em flor

Como se distingue

Espinhos rígidos e profundamente sulcados, dispostos em várias direcções. Flores amarelas de ervilha com o cálice coberto de pelos escuros, ao longo dos ramos. Floresce de novembro a março, o que já ajuda a separá-lo. Distribuição: é planta sobretudo de Espanha e está praticamente ausente de Portugal.

Com o que se confunde

Tojo-molar

Ulex parviflorus

Confusão inócua

São muito parecidos e a área ajuda mais do que a planta: o bético é do sudoeste, o molar do levante e do centro. Ambos picam e ambos ardem depressa.

Para que serve

Combustível e cama de gado, como os outros tojos, e melífera importante de inverno no sul. Conta também como carga de incêndio junto a habitações.

Onde aparece

Península Ibérica

Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.

Fontes

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