Tojo-bético
Ulex baeticus
Família · Fabaceae · Incomoda


O tojo do sudoeste peninsular, que floresce em pleno inverno e cobre matos do Algarve e da Andaluzia de amarelo quando mais nada floresce. Pica tanto como os outros.
Matos · Serra · Duna e areal
Também conhecida portojo-andaluz, tojo-do-algarve
Como se distingue
Espinhos rígidos e profundamente sulcados, dispostos em várias direcções. Flores amarelas de ervilha com o cálice coberto de pelos escuros, ao longo dos ramos. Floresce de novembro a março, o que já ajuda a separá-lo. Distribuição: é planta sobretudo de Espanha e está praticamente ausente de Portugal.
Com o que se confunde
Tojo-molar
Ulex parviflorus
São muito parecidos e a área ajuda mais do que a planta: o bético é do sudoeste, o molar do levante e do centro. Ambos picam e ambos ardem depressa.
Para que serve
Combustível e cama de gado, como os outros tojos, e melífera importante de inverno no sul. Conta também como carga de incêndio junto a habitações.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
Ainda não há contribuições aprovadas para esta ficha.
Nada aparece aqui sem ser lido por uma pessoa. As contribuições não substituem a ficha nem os avisos: enquanto um botânico não confirmar, vale o que está escrito acima.