Sempre-noiva
Polygonum aviculare
Família · Polygonaceae · Inofensiva


A erva rasteira e resistente que cresce no meio dos caminhos, nas juntas de calçada e onde os carros passam por cima. Aguenta ser pisada todos os dias e continua, o que quase nenhuma planta faz.
Cidade e estrada · Bermas e baldios · Campos e pastagens
Também conhecida porerva-do-caminho, corriola-dos-caminhos, poligono
Como se distingue
Em cada nó do caule há uma bainha membranosa, prateada e translúcida, que envolve o caule como um anel de papel: chama-se ócrea e é a marca de toda a família. Folhas pequenas e alternas. Flores minúsculas esbranquiçadas ou rosadas nas axilas.
Com o que se confunde
Corriola
Convolvulus arvensis
Os nomes populares confundem-se em várias línguas. A corriola trepa e tem flores em funil de vários centímetros; a sempre-noiva é rasteira, não trepa, e tem flores minúsculas e a ócrea de papel em cada nó.
Para que serve
Folhas jovens comidas cozidas, e infusão adstringente de longa tradição europeia. É comida importante de aves granívoras no fim do verão, e daí um dos nomes ingleses.
Usada tradicionalmente como alimento. Não é uma autorização para comer.
Com usos tradicionais documentados. Não é indicação terapêutica nem dose.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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