Perpétua-amarela
Helichrysum serotinum
Família · Asteraceae · Inofensiva


O sub-arbusto prateado que cheira intensamente a caril quando se lhe toca, e cujos capítulos amarelos secam sem perder a cor, ficando de pé o inverno inteiro.
Duna e areal · Matos · Bermas e baldios · Serra
Também conhecida porerva-caril, perpétua-brava, macela-brava
Como se distingue
Folhas muito estreitas, quase lineares, cobertas de pelo branco denso que dá à planta um tom prateado uniforme. Capítulos pequenos, amarelo-ouro, agrupados em corimbos densos no topo. O cheiro é o teste: forte, quente e inconfundivelmente a caril, e fica nos dedos.
Com o que se confunde
Perpétua-das-areias
Helichrysum stoechas
São muito próximas e cheiram as duas. Esta tem folhas mais estreitas e um cheiro claramente a caril; a perpétua-das-areias cheira mais a mel e a resina. Nenhuma faz mal.
Para que serve
Usada em infusão tradicional e o óleo essencial é apreciado em perfumaria. O nome de erva-caril vem do cheiro, não do uso: não é o caril da cozinha indiana e o sabor é amargo e resinoso. Uso tradicional, no passado.
Com usos tradicionais documentados. Não é indicação terapêutica nem dose.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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