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Perpétua-amarela

Helichrysum serotinum

Família · Asteraceae · Inofensiva

Uso tradicionalAromática
Perpétua-amarela (Helichrysum serotinum)Perpétua-amarela (Helichrysum serotinum)
Fernando Losada Rodríguez, CC BY-SA 4.0 · Krzysztof Ziarnek, Kenraiz, CC BY-SA 4.0

O sub-arbusto prateado que cheira intensamente a caril quando se lhe toca, e cujos capítulos amarelos secam sem perder a cor, ficando de pé o inverno inteiro.

Onde cresce

Duna e areal · Matos · Bermas e baldios · Serra

Também conhecida por

erva-caril, perpétua-brava, macela-brava

Em flor

Como se distingue

Folhas muito estreitas, quase lineares, cobertas de pelo branco denso que dá à planta um tom prateado uniforme. Capítulos pequenos, amarelo-ouro, agrupados em corimbos densos no topo. O cheiro é o teste: forte, quente e inconfundivelmente a caril, e fica nos dedos.

Com o que se confunde

Perpétua-das-areias

Helichrysum stoechas

Confusão inócua

São muito próximas e cheiram as duas. Esta tem folhas mais estreitas e um cheiro claramente a caril; a perpétua-das-areias cheira mais a mel e a resina. Nenhuma faz mal.

Ver ficha

Para que serve

Usada em infusão tradicional e o óleo essencial é apreciado em perfumaria. O nome de erva-caril vem do cheiro, não do uso: não é o caril da cozinha indiana e o sabor é amargo e resinoso. Uso tradicional, no passado.

Com usos tradicionais documentados. Não é indicação terapêutica nem dose.

Fontes