Escrofulária-aquática
Scrophularia auriculata
Família · Scrophulariaceae · Intoxica
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Esta planta, ou uma que se parece com ela, é perigosa. Identificar não é autorizar: nenhuma app tem autoridade para te dizer que podes comer ou tocar numa planta.
Emergência

A planta alta de margem de rio com caule de quatro cantos alados e flores castanho-avermelhadas minúsculas em forma de jarro, que cheiram mal e atraem vespas.
Ribeiros e valas · Campos e pastagens
Também conhecida porerva-das-escrófulas, orelha-de-lebre-de-água, melão-do-ribeiro
Como se distingue
Caule direito, robusto, de quatro cantos com uma asa membranosa em cada aresta, o que se sente logo entre os dedos e a separa das labiadas. Folhas opostas, ovais e dentadas, muitas vezes com um par de lóbulos pequenos na base, como duas orelhas. Flores de cinco a dez milímetros, castanho-avermelhadas e globosas, em panícula solta.
Com o que se confunde
Sem sósias perigosas conhecidas na Península Ibérica.
Para que serve
Uso medicinal tradicional externo, e o nome vem das escrófulas, os gânglios inchados que se tratavam com ela. Não se toma: contém glicósidos cardioactivos e é tóxica por via interna. É planta de aviso sobre a família das labiadas: caule de quatro cantos não significa que se possa provar.
Com usos tradicionais documentados. Não é indicação terapêutica nem dose.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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