Criptoméria
Cryptomeria japonica
Família · Cupressaceae · Inofensiva


A árvore que define a paisagem dos Açores hoje e que não é de lá: plantações escuras e alinhadas de cedro-do-japão que cobrem serras inteiras onde antes havia laurissilva.
Serra · Carvalhal · Pinhal
Também conhecida porcedro-do-japão, criptoméria-dos-açores
Como se distingue
Conífera alta e direita, de copa cónica, com casca castanho-avermelhada que se solta em tiras longas. Folhas em agulha curta e curva, dispostas em espiral e agarradas ao ramo, o que lhe dá um aspecto de rabo de raposa. Pinhas pequenas, redondas e espinhosas, do tamanho de uma noz. Cheira a resina doce.
Com o que se confunde
Sem sósias perigosas conhecidas na Península Ibérica.
Para que serve
É a base da fileira florestal dos Açores e a madeira é usada em construção e em mobiliário. O problema não é a árvore em si, é a área: as plantações ocupam o espaço onde estava a floresta nativa, e por baixo delas quase nada cresce. Vale conhecê-la para perceber a diferença entre floresta e plantação num trilho.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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