Betónica
Betonica officinalis
Família · Lamiaceae · Inofensiva


A labiada de prado de montanha com uma espiga curta e densa de flores púrpura no topo de um caule quase nu, e uma roseta de folhas em coração e muito enrugadas na base.
Serra · Carvalhal · Campos e pastagens · Bermas e baldios
Também conhecida porerva-betónica, bretónica, erva-de-são-tiago
Como se distingue
Roseta basal de folhas em coração com pé longo, de margem redondamente dentada e superfície muito enrugada. O caule é direito, de quatro cantos, com poucas folhas e longos espaços nus. A inflorescência é uma espiga curta e compacta de flores púrpura ou rosa-escuras no topo. Cheiro fraco.
Com o que se confunde
Sem sósias perigosas conhecidas na Península Ibérica.
Para que serve
Foi das plantas medicinais mais reputadas da Europa antiga, com um tratado romano inteiro dedicado a ela, usada para tudo desde dores de cabeça a mordeduras. Uso tradicional, no passado, e a reputação era muito maior do que o efeito.
Com usos tradicionais documentados. Não é indicação terapêutica nem dose.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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