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Erva-cavalinha-do-sul

Aristolochia baetica

Família · Aristolochiaceae · Pode matar

Tóxica

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Erva-cavalinha-do-sul (Aristolochia baetica)Erva-cavalinha-do-sul (Aristolochia baetica)
Daniel Capilla, CC BY-SA 4.0 · Krzysztof Ziarnek, Kenraiz, CC BY-SA 4.0

A trepadeira de folha persistente e azulada do sul da Península, com flores em cachimbo castanho-arroxeadas que abrem no inverno. Mesmo aviso da prima: ácido aristolóquico, sem dose segura.

Onde cresce

Matos · Muros e pedras · Carvalhal · Ribeiros e valas

Também conhecida por

aristolóquia-bética, erva-bicha-do-sul

Em flor

Como se distingue

Trepadeira lenhosa na base, com folhas persistentes em coração largo, azuladas e coriáceas, de pé comprido. Flores em tubo curvado castanho-escuro ou vinho, com a abertura escura e aveludada. Floresce no inverno, quando quase nada mais floresce no mato do sul. Cápsulas pendentes que abrem como um lampião.

Com o que se confunde

Sem sósias perigosas conhecidas na Península Ibérica.

Para que serve

Nenhum. Ecologicamente é importante: é a planta de que dependem as lagartas da borboleta Zerynthia rumina, que não se alimentam de mais nada. Ver a borboleta a voar num mato do Algarve significa que a aristolóquia está por perto.

Fontes