Erva-cavalinha-do-sul
Aristolochia baetica
Família · Aristolochiaceae · Pode matar
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Esta planta, ou uma que se parece com ela, é perigosa. Identificar não é autorizar: nenhuma app tem autoridade para te dizer que podes comer ou tocar numa planta.
Emergência

A trepadeira de folha persistente e azulada do sul da Península, com flores em cachimbo castanho-arroxeadas que abrem no inverno. Mesmo aviso da prima: ácido aristolóquico, sem dose segura.
Matos · Muros e pedras · Carvalhal · Ribeiros e valas
Também conhecida poraristolóquia-bética, erva-bicha-do-sul
Como se distingue
Trepadeira lenhosa na base, com folhas persistentes em coração largo, azuladas e coriáceas, de pé comprido. Flores em tubo curvado castanho-escuro ou vinho, com a abertura escura e aveludada. Floresce no inverno, quando quase nada mais floresce no mato do sul. Cápsulas pendentes que abrem como um lampião.
Com o que se confunde
Sem sósias perigosas conhecidas na Península Ibérica.
Para que serve
Nenhum
Ecologicamente é importante: é a planta de que dependem as lagartas da borboleta Zerynthia rumina, que não se alimentam de mais nada. Ver a borboleta a voar num mato do Algarve significa que a aristolóquia está por perto.
Onde aparece
Cada quadrado é uma zona com registos de observação desta planta. O fundo mais claro é o conjunto de zonas onde alguma das fichas foi observada, e serve de referência. Atenção ao que isto não é: não é a área onde a planta vive, é onde há gente a registá-la, por isso os trilhos e as cidades aparecem sempre mais cheios do que a serra. Dados do GBIF.
Fontes
Comunidade
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